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quinta-feira, 28 de abril de 2011

DINOS ATRASADOS

Se você queria apontar e clicar em dinossauros nas próximas semanas, melhor guardar o mouse. Não, o adventure da Telltale baseado em Jurassic park não foi o extinto, mas a empresa resolveu adiar o lançamento para polir algumas mecânicas e levar o jogo para outra direção.


O lançamento do game estava próximo, mas parece que a equipe resolveu dar uma remodelada no projeto e o projeto foi empurrado para um ponto incerto no futuro.


“Esta foi uma escolha difícil para nós, mas foi a correta”, disse Dan Connors, CEO do estúdio em uma mensagem destinada aos fãs. “Sentimos muito por qualquer desapontamento que possamos ter causado em nossos fãs, mas estamos confiantes de que eles vão ficar gratos pela nossa decisão quando o game sair”.


“As mecânicas de jogo e a história chegaram a um nível tão alto que vemos muito potencial no game, tanto que sentimos que podemos empurrar estes elementos ao próximo nível se trabalharmos mais neles”, completou. “Por isso, estamos adiando Jurassic park: The game no PC, para que esses jogadores consigam a melhor experiência possível”.


Se você já encomendou o game em alguma pré-venda, a Telltale promete o retorno do dinheiro e um de seus games de graça, à escolha do jogador.

Fonte:r7

domingo, 24 de abril de 2011

Seriam os games o futuro da publicidade?



A foto que você vê acima foi tirada em novembro de 2007 na capital Seul (Coréia do Sul), quando estive cobrindo um evento de games online chamado GStar (seguramente a E3 Expo dos MMOs, caso você não saiba).
Notou a quantidade de anúncios espalhados em um único prédio? Pois é, na época eu tirei essa foto sem saber nada do que estava escrito nestes banners, neons e cartazes. O que me soava simplesmente como uma imagem exótica de um lugar que nunca imaginava que fosse ver pessoalmente, hoje é a metáfora perfeita de um mercado cada vez mais claro para o meu entendimento: o da publicidade.
Você já parou para pensar o quanto a publicidade é explorada de todas as formas possíveis nos principais suportes de comunicação atual? Não é preciso muitos cliques para você observar na própria internet a infinidade de formatos, tamanhos e formas que os banners virtuais, hotsites ou até mesmo os clássicos pop-ups surgem para heroicamente divulgar um produto, uma empresa, uma marca ou um negócio. Nos jornais, revistas e rádio não é diferente, assim como eu não poderia deixar de citar a televisão. Agências de publicidade disputam diariamente este mercado tão versátil ao mesmo tempo que equipes de marketing vivem em um brainstorm infinito de ideias e formas de atrair da melhor forma possível a atenção dos clientes.
Mas e a publicidade nos games?
Falar de publicidade em jogos eletrônicos até pouco tempo atrás poderia soar alienígena tanto para quem está familiarizado com o mercado (gamers, por exemplo) quanto para quem mal sabia que games já não se resume mais a Tetris, Mario e Pong. Mas esse cenário mudou – e está mudando cada vez mais rápido.
Cada vez mais os jogos eletrônicos provam ser a plataforma ideal no que diz respeito a potencial espaço publicitário. Hoje, a maioria das empresas sabem o quanto um jogo pode ser uma poderosa ferramenta para atrair a atenção de seu possível cliente, ou até mesmo funcionar como canal principal para encontrar o nicho certo da sociedade que pretende atingir. E eu não falo só dos Advergames.
No início deste mês, aconteceu a quinta edição do Ad Age Digital Conference, evento americano focado em discutir o cenário atual da publicidade digital, nas inovações do mercado, em como a tecnologia tem influenciado o consumidor e o que tem contribuído para o sucesso dos diversos profissionais da área de marketing. Um dos profissionais convidados para palestrar neste evento foi ninguém menos que John Riccitiello, CEO da Electronic Arts. O vídeo completo da palestra (em inglês) eu compartilho com você nesta coluna. Mas em resumo John contou o quanto o mercado de games tem se tornado cada vez mais importante no que diz respeito a publicidade.
John afirma que, como profissional de marketing, ele descobriu que seu público-alvo ao longo dos anos simplesmente migrou para os games. Porém, diferente de qualquer outro meio de comunicação, os games definitivamente não disputam a atenção do usuário com mais nada. O chefão da EA explica: “… enquanto os consumidores usam a internet ou seus celulares ao mesmo tempo que assistem TV, os games atraem toda a atenção do jogador. Em nossas pesquisas, descobrimos que as pessoas tendem a não fazer mais nada enquanto estão jogando, o que prova que os jogos eletrônicos têm o poder de atrair toda a atenção do usuário”. Em outras palavras, o termo multitarefa praticamente inexiste enquanto jogamos.
O que isso significa? Que, querendo ou não, os jogos eletrônicos são as ferramentas mais poderosas no que diz respeito a garantir a atenção do usuário e, por tabela, a maior visibilidade da publicidade explorada.
Também não é para menos. Segundo projeções da própria EA, hoje somos mais de 1,5 bilhões de jogadores espalhados no mundo e até o final de 2012 já seremos 3 bilhões.
Ainda assim, o senhor Riccitiello sabe que não é tão simples assim garantir uma boa publicidade em um game de forma que favoreça o cliente e não desanime o jogador. John cita como exemplo as eleições presidenciais dos Estados Unidos. Na época, Barack Obama ainda detinha a terceira posição nas pesquisas de preferência do público. Foi então que sua equipe de publicidade garantiu uma boa divulgação em games da própria Electronic Arts, como a franquia Madden e NHL (esportes de muito sucesso nos EUA). “Definitivamente esta publicidade contribuiu para a vitória dele”, bem explica o senhor Riccitiello. Já imaginou a nossa presidente Dilma figurando espaço publicitário em um Pro Evolution?
Particularmente eu não vejo a publicidade como uma forma de prejudicar a qualidade final dos jogos uma vez que, quando bem explorada, tende inclusive a ganhar a atenção do jogador. Falo de publicidade expontânea dentro de um jogo de corrida, por exemplo, e não de publicidade obrigatória, como em um MMORPG que só lhe entrega aquele item especial caso você compre o energético de uma marca famosa com um NPC genérico.
Continuo sem entender uma única palavra em toda publicidade do prédio que fotografei em Seul. Porém, hoje vejo-o como um paralelo a um possível cenário para os jogos eletrônicos. Meu receio é que com toda essa visibilidade, os jogos eletrônicos se transformem em prédios como este, repleto de publicidade. Quando bem aplicada ela pode, sim, contribuir para que o cliente atinja seu usuário. Mas a publicidade em excesso pode causar a desatenção do jogador e, por consequência sua frustração tanto com o jogo quanto pelo anunciante.
E você? O que acha da publicidade nos jogos eletrônicos?
Fonte:TT

Preview: DIRT 3 promete muita poeira nos consoles da atual geração

DiRT 3 é um game de corrida off-road em desenvolvimento pela Codemasters, a mesma de pérolas do automobilismo virtual como TOCA e a série Colin McRae Rally. Embora englobe vários tipos de corrida, seu foco é mesmo no rally, em disputas ponto-a-ponto situadas em uma grande variedade de superfícies. 
Codemasters já avisou que este é o maior game de corrida que já produziu, tanto em tamanho, como em profundidade. DiRT 3 terá três vezes mais rally e pistas duas vezes mais longas que as de DiRT 2. Além disso, o foco deste novo jogo é melhorar continuamente até se tornar profissional. Entre as diferenças de uma edição para outra estão 59 pistas a mais – incluindo percursos na neve –, novos efeitos de clima e tempo (tirados do excelente F1 2010), novo sistema de danos para os carros que até estoura os pneus, multiplayer split-screen, e um novo modo de jogo, o Gymkhana
Ainda não há uma lista oficial dos carros, mas sabe-se que será grande. Mostrando fora-de-estrada famosos dos anos 60 até os mais modernos. Essa variedade será particularmente interessante no modo Gymkhana, uma frenética corrida de obstáculos que é quase uma dança com carros. A modalidade, do mundo real, foi popularizada pela lenda dos rallys Ken Block e é uma parte importante do jogo. 
O modo “carreira” permite uma viagem através do mundo, chegando ao limite dos piores e mais perigosos terrenos. Junte-se a um time, ganhe experiência e construa sua reputação em várias categorias, além da sua garagem, é claro. O multiplayer reúne até oito jogadores online, com quase todas as opções do single player. 
O lançamento de Dirt 3 está programado para o dia 24 de maio, para PlayStation 3Xbox 360PCs
Fonte:TT

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Mortal Kombat 9



Mortal Kombat é um jogo de luta da série Mortal Kombat. Desenvolvido pela Netherrealm Studios (anteriormente conhecido como WB Games Chicago), É a nona edição da série e o primeiro a ser publicado exclusivamente sob o nome da Warner Bros. Segundo Ed Boon em seu Twitter o jogo será muito violento e sangrento, o classificando como doentio. Ele também disse que irá compensar consideravelmente o sangue ausente em Mortal Kombat vs. DC Universe.  A história acontece após Mortal Kombat: Armageddon , mas durante os primeiros três jogos: Mortal Kombat, Mortal Kombat II e Mortal Kombat 3. No entanto, os eventos dos jogos acontecem de forma diferente, porque Raiden, o deus do trovão, tem conhecimento do que acontecerá no futuro.
Mortal Kombat é o primeiro M-rated (jogo somente para adultos) da série na sétima geração de consoles. O jogo é também o primeiro título da série a incluir gráficos 3D com uma jogabilidade 2D (Chamado de 2.5D). Os desenvolvedores também afirmaram que este é o primeiro jogo em que eles estão fazendo um esforço consciente para criar o melhor jogo de luta para os fãs da série e de jogos de luta em geral. Mortal Kombat foi anunciado oficialmente em 10 de junho de 2010, acompanhado de um trailer de estreia apresentando as novas características da jogabilidade. Mortal Kombattem previsão de lançamento para 19 de abril 2011 para os consoles PlayStation 3 e Xbox 360. Há a possibilidade de uma versão para computadores, mas nada foi confirmado.]
Fonte:Wikipedia

A policia te dara recompensas..

E a polícia dará recompensas especiais como agradecimento por sua superajuda! Para ganhar, prenda muitos vilões e entregue-os às autoridades através do Centro de Comando:
fonte:BlogVostu

Viloes no Cafe Mania



A Liga da Comida precisa de sua ajuda, chef! Enquanto os super-heróis estavam tomando um cafezinho, o famigerado Esquadrão Anti-Cozinha fugiu da prisã
o! E a polícia não pode capturá-los sem sua ajuda!
A TV está transmitindo as imagens dos criminosos que escaparam:
Capitão Carvão: a força bruta do Esquadrão Anti-Cozinha. Ex-militar, é especialist
a em invadir as cozinhas e usar seu poder de calor para torrar as comidas dos clientes. Ele não é dos mais inteligentes, mas tenha cautela ao lidar com ele!


Lorde Bolor: é um doido varrido e gênio do crime ao mesmo tempo! É a mente estrategista que comanda o grupo. Com um senso de humor aguçado, usa seus poderes para apodrecer a comida e escrever piadas culinárias nas paredes dos restaurantes com ela. Ninguém sabe exatamente quais seus planos ou o que está pensando…




Vingadora Tomatina: uma vilã extremamente ágil e charmosa, mas com uma estranha obsessão. Ela invade os restaurantes, mercados e feiras para roubar apenas os tomates, ou como ela diz,“salvá-los do destino cruel de virar molho”. Mas na verdade ela os quer para usar seu poder de controle de vegetais e comandar um exército de tomates lutadores e governar a cidade!
Mas a Liga da Comida está preparada para ajudar você! Descobrimos que o ponto fraco destes inescrupulosos malfeitores é a cebola. Por isso foram criadas super Algemas de Cebola, que você pode comprar, pedir aos seus superamigos ou encontrar nos restaurantes de seus vizinhos. Basta esperar o vilão entrar no seu Café e usá-la nele para capturá-lo!
fonte:BlogVostu

sábado, 2 de abril de 2011

A CARA NIPÔNICA NO MUNDO



O Japão ainda é um gigantesco mercado de games e produz algumas das melhores franquias, além de ser a terra natal de duas das três maiores empresas do setor, a Sony e a Nintendo. Mas os nipônicos vem caindo diante do poderio dos estúdios americanos e isso se reflete na qualidade dos games. A Platinum Games, que lançou games como Bayonetta, MadWorld e Vanquish, reconhece essa decadência, mas quer capitanear a ressurreição da indústria.


O CEO do estúdio, Tatsuya Minami, publicou uma carta aberta para a indústria na qual ele se diz entristecido pelo declínio na originalidade dos games e afirma que os desenvolvedores japoneses perderam o rumo.


“Quando criamos nossa empresa com a missão de entregar sorrisos e surpresas ao redor do mundo, nossa equipe acreditava piamente que a qualidade nunca deveria ser comprometida”, escreveu Minami. “Cinco anos depois, lançamos vários games no mundo todo. O esforço que tivemos valeu a pena. Sinto que a marca Platinum Games é reconhecida verdadeiramente”.


“Hoje, abrimos os olhos e botamos nossa mira em outro alvo, com uma nova missão, um novo princípio-guia. Queremos ser os portadores do padrão japonês no mercado global competitivo de games”, completou o executivo. “Como membros do setor de games, sempre perseguimos a criação do novo e nos orgulhamos de fazermos a nossa parte para apoiar a indústria”.


“Vale dizer, no entanto, que o mercado está se debatendo. As surpresas estão cada vez mais escassas e espaçadas, especialmente aqui no Japão”, avaliou Minami. “Há pouco tempo, o Japão liderava o mercado de games mundial e não era absurdo dizer que os jogos eram uma especialidade unicamente japonesa. Agora, parece que as empresas perderam o vigor”.


“As séries estão cada vez mais longas, títulos originais estão declinando. Games com novidades estão desaparecendo. Games japoneses que geram aplausos no mundo todo estão desaparecendo também. Essa situação nos entristece profundamente”, disse o executivo. “Quanto a nós, creio que é seguro dizer que a Platinum Games é atualmente uma das poucas empresas saudáveis de games no Japão”. 


“Na Platinum Games, nós lutamos para ser a cara dos estúdios japoneses no palco global. Queremos que nossas contribuições não seja apenas em direção a indústria de games como um todo, mas que também sejam para o Japão. Esse princípio vai guiar nossa empresa para o futuro”, concluiu Minami. “Queremos levar felicidade para os jogadores ao redor do mundo. Buscamos acender um revival de games do Japão. Nossas tropas tem a moral lá no alto, estamos na luta até o fim”.


Fonte:R7

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